#09 Edição Jornal Territórios | Quando as comunidades se movimentam, a reparação se movimenta.



Encontro debateu andamento das ações de reparação junto aos representantes do poder público, IJs e membros representantes das pessoas atingidas da Instância. Nos dias 29 e 30 de abril as pessoas atingidas assessoradas pela Aedas no Médio Rio Doce discutiram as ações de reparação relacionadas ao desastre-crime da barragem de…

Mulheres atingidas poderão analisar e sugestionar Termo de Referência que orienta a contratação da entidade responsável por apoiar a execução do Programa As Instituições de Justiça (Ministério Público de Minas Gerais, Ministério Público Federal, Defensoria Pública da União, Defensorias Públicas de…


Nos dias 23 e 24 de abril, o Conselho Federal de Participação Social (CFPS) da Bacia do Rio Doce e do Litoral Norte Capixaba realizou a 7ª Reunião Extraordinária, em Brasília. O encontro teve como objetivo definir as diretrizes e critérios da chamada pública de R$ 225…

Encontros nos territórios 3 (Vale do Aço), 6 (Conselheiro Pena), 7 (Resplendor/Itueta) e 8(Aimorés) vão discutir validação de novos integrantes, mudanças regimentais e fortalecimento da participação popular no processo de reparação do Rio Doce As pessoas atingidas pelo rompimento da barragem de Fundão no Médio…

Há sessenta anos, Seu Geraldo Magela vive na mesma terra, às margens do Rio Doce, no município de Periquito (MG). Filho e neto de agricultores, construiu a vida dividido entre os trabalhos como advogado no Sindicato e a lida na…

Entre o passar dos trens de carga e o apito dos de passageiros, conversamos com Maria das Graças Cruz Seriaco, mais conhecida por Dra Graça, na varanda de sua casa em Resplendor, no Leste de Minas Gerais. Aos 76 anos, voz firme e…

Maria José Batista Meireles se apresenta com firmeza: “Meu nome indígena é Maru Orutum Puri. Sou do povo Ñamantuza Koya Puri, de Resplendor, no território 7”. É assim, afirmando o nome e a origem, que ela começa a contar sua história. Uma história que atravessa dez…

Antes do rompimento da barragem de Fundão, Seu Itamar vivia do que a terra dava. Na chácara que mantem até hoje no Córrego do Café, sua rotina girava em torno da agropecuária e da produção de frutas, legumes, leite e queijos. “Minha fatura era…