Michelle Rocha – Monte Calvário – Betim
Então, nesses cinco anos, foi um aprendizado de que a gente, enquanto povo, como ATI, como Aedas, compreender que a gente tem poder, sim, que a gente poderia nos melhorar enquanto atingidos e atingidas do crime do Paraopeba, para levar a informação, a participação, a compreensão das IJs perante a nossa ferramenta de trabalho, que é a Aedas, e que foi muito importante para nós.