
Essa elaboração é resultado de um processo robusto de diagnóstico participativo construído com as pessoas atingidas de 221 comunidades, nesses anos de atuação da Aedas enquanto Assessoria Técnica Independente nas Regiões 1 e 2 da Bacia do Paraopeba.
A Região 1 é o epicentro do desastre-crime, onde foram registrados danos coletivos de 81 comunidades.
Confira o Livro de Danos Coletivos da Região 1:
A Região 2 é a mais populosa, com um cenário sócio-histórico de vulnerabilidades sociais e onde foram registrados danos coletivos de 140 comunidades.
Confira o Livro de Danos Coletivos da Região 2:
A construção do diagnóstico de danos e da Governança do Anexo I.1 nessas regiões é protagonizada ainda, pelas mulheres atingidas, Familiares de Vítimas Fatais (FVFs), comunidades da Zona Quente, população negra, pessoas idosas, Povos e Comunidades Tradicionais, crianças, adolescentes e pessoas com deficiência.
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