Confira os principais pontos da reunião da auditoria socioambiental

No dia 07 de novembro de 2025 foi realizada a reunião da Aecom, empresa responsável pela auditoria independente dos estudos socioambientais na Bacia do Rio Paraopeba. Mensalmente a Aecom, através de uma reunião virtual, apresenta para os órgãos estaduais responsáveis pela reparação e os compromitentes os resultados das atividades alcançadas no mês anterior decorrido e a atualização quanto ao cumprimento ou não dos cronogramas dos projetos e ações. No mês de setembro de 2025 não recebemos o link da reunião mensal, por este motivo não se tem matéria para este mês.
As Assessorias Técnicas Independentes (ATI’s) participam desta reunião, exclusivamente, como ouvintes e não há espaço para falas, dúvidas e/ou intervenções. Nota-se que não houve intervenções, nem abertura para discussões ou dúvidas dos participantes. Esta matéria traz um resumo dos principais pontos, referentes a Região 1 e 2, abordados na reunião:
Estudos de Risco à Saúde Humana e Risco Ecológico (ERSHRE)
O Relatório nº 72 da auditoria socioambiental realizada pela Aecom apresenta uma avaliação do andamento dos Estudos de Avaliação de Risco à Saúde Humana e Risco Ecológico (ERSHRE), referentes aos impactos do rompimento das barragens B-I, B-IV e B-IV_A em Brumadinho/MG, no período entre 16 de setembro e 15 de outubro de 2025. O documento destaca o processo de transição entre o Grupo EPA, responsável pelo início dos estudos, e a empresa ERM, contratada para concluir a Fase I e desenvolver as demais etapas. Em setembro, os dados dos Estudos foram entregues à ERM, mas informações protegidas pela LGPD não foram repassadas, exigindo futura análise complementar. Embora o Grupo EPA tenha finalizado sete relatórios iniciais da Fase I, outros sete, referentes a municípios especiais, seguem pendentes e serão desenvolvidos pela ERM.
No planejamento, a ERM apresentou um cronograma preliminar que estima 9 anos de duração para os estudos, com previsão de discussão sobre ações para mitigação de prazos. A Secretaria de Estado de Saúde (SES) e a Fundação Estadual de Meio Ambiente (FEAM) também formalizaram prazos para análise dos relatórios, o que, somado ao grande volume de documentos a serem avaliados, resultará em impactos significativos no tempo total dos Estudos. A AECOM recomenda a aglutinação de áreas de estudo para reduzir a quantidade de relatórios e otimizar o processo.
Durante o período de auditoria, parte substancial dos relatórios de Fase I ainda estava em revisão. Foram entregues relatórios de saúde pública, meio ambiente e Povos e Comunidades Tradicionais, porém sem avanços nas Áreas de Estudo Ecológico. A ERM também identificou problemas técnicos relevantes na documentação recebida, como malha amostral enviesada e ausência de coordenadas espaciais, sugerindo a necessidade de identificar lacunas e avaliar seus impactos no cronograma.
Além disso, três relatórios já aprovados pela SES seguem sem devolutivas às comunidades, apesar de recomendações anteriores para planejamento e execução dessas etapas. Embora o Plano de Comunicação da ERM preveja um piloto de devolutivas apenas para fevereiro de 2026, a Aecom alerta para a urgência de acelerar esse processo, sobretudo nas áreas com relatórios já validados.
O relatório também registra a realização de uma visita técnica em outubro, destinada à familiarização da ERM com o território e ao aprofundamento das discussões sobre os Estudos. Nas considerações finais, são reconhecidos avanços como a entrega do cronograma preliminar e a definição de prazos pelos órgãos estaduais, mas persistem desafios ligados à extensão dos processos de aprovação, à necessidade de qualificação documental e à falta de dados essenciais. A Aecom reforça riscos de atrasos e recomenda estratégias de mitigação, como revisão dos planejamentos de campo e priorização das devolutivas para garantir transparência e retorno às comunidades atingidas.
TAC – Segurança das estruturas remanescentes, contenção e recuperação socioambiental
Estruturas Remanescentes e Barragens
As estruturas e barragens B-VI, B-VII, Pilha de Estéril Norte-01 (PDE Norte-01), Menezes I, Menezes II, barragem Lagoa Azul e barragem Capim Branco, por sua vez, seguem funcionando dentro da normalidade e segundo a Aecom, não oferecem riscos de rompimento. As datas previstas para descomissionamento das estruturas seguem as mesmas das reuniões anteriores, exceto para Menezes I, Menezes II e B-VI, que foram prorrogados para mais 2 anos.

Nas reuniões da Aecom, não têm sido apresentados o plano de descaracterização destas estruturas, informações sobre qual será a destinação dos materiais, bem como as rotas que serão utilizadas, e se os veículos passarão ou não por dentro das comunidades que estão nas proximidades, como Parque da Cachoeira/Parque do Lago, Córrego do Feijão, Alberto Flores e Tejuco.
Reparação Socioambiental da Bacia do Ribeirão Ferro-Carvão
Em relação ao manejo de rejeitos, a auditoria apresentou um balanço do que foi removido, disposto na cava e vistoriado pelo corpo de bombeiros de Minas Gerais. Na Zona Quente até setembro de 2025 houve a remoção de 98% do previsto para o ano de 2025.
Prevista para ser concluída em 2032, a reparação da Bacia do Ribeirão Ferro-Carvão segue condicionada à liberação prévia das áreas para recuperação ambiental, conforme determinações da auditoria da Aecom e do Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sisema). Todas as áreas destinadas às ações devem estar livres de rejeitos antes do início das intervenções.
Para o ano de 2025 estão previstas a implantação das áreas de Remanso 1 e 2. O projeto executivo do remanso 3 está sobre revisão.
O projeto do Plano Diretor do Parque Municipal continua em elaboração pela Vale S.A. e empresa Arcadis, ainda em versão preliminar, sem validação final pelas entidades competentes e sem cronograma definitivo de ações.
Plano de Manejo de Rejeito – Disposição na Cava da Mina do Córrego do Feijão, da Vale S.A.
Em relação ao monitoramento das águas subterrâneas, destinado a avaliar o potencial risco de contaminação pela disposição de rejeitos na cava, a auditoria continua a não apresentar os dados referentes aos 10 poços de monitoramento nem às coletas de água superficial dentro da cava para o período analisado.
Além disso, nas reuniões conduzidas pela Aecom, a ausência de apresentação dos resultados desse monitoramento tem sido recorrente. Na última reunião, novamente, não houve encaminhamentos, nem citação de elaboração das notas técnicas e materiais informativos qualificados, que deveriam explicar os potenciais riscos ou a inexistência de contaminação das águas subterrâneas em função do lançamento de rejeitos na cava. Essa solicitação foi feita pelo Promotor Dr. Lucas Trindade, na reunião do dia 28 de julho de 2023, há dois anos, motivada pela participação popular em audiência pública na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), e segue sem respostas.
Essas informações são de extrema importância para as famílias atingidas, que dependem das águas de poços e nascentes da região, e a falta de transparência agrava as preocupações e vulnerabilidade das comunidades.
Segundo a auditoria, até setembro/2025 foi disposto na cava um montante 6,388 Mm³ de rejeito, com previsão de término para 2030.
A Vale S.A. afirma que o rompimento da barragem B-I provocou o vazamento de cerca de 9,68 milhões de metros cúbicos de rejeitos, dos quais 1,59 milhão de m³ atingiram diretamente o rio Paraopeba. Apesar da dimensão do desastre, o plano de manejo de rejeitos apresentado pela empresa prevê a disposição em cava de 16,02 milhões de m³ de rejeito under size — uma fração peneirada do material, que não corresponde à totalidade dos rejeitos liberados no rompimento.
A discrepância entre os volumes chama atenção. Com base nos próprios números apresentados, há um excedente superior a 5 milhões de m³ de material a ser depositado, o que representa um aumento de aproximadamente 74% em relação ao total de rejeitos que teriam vazado da barragem B-I. A origem desse volume adicional não é explicitada nas reuniões e documentos divulgados.
Ainda assim, a Vale obteve autorização para ampliar, significativamente, o volume licenciado para disposição desses rejeitos. Antes limitada a 7 milhões de m³, a outorga foi elevada para mais de 16 milhões de m³, por meio do Processo de Licenciamento Ambiental SLA nº 1510/2024, com licença emitida pela FEAM em 5 de junho de 2025. A ampliação reforça os questionamentos sobre a coerência entre os volumes oficialmente reconhecidos como vazados e aqueles efetivamente autorizados para manejo e disposição.
Abaixo segue um pequeno balanço das ineficiências na execução do plano.

Dragagem do Rio Paraopeba
A dragagem do Rio Paraopeba segue marcada por lentidão e sucessivos adiamentos, revelando um cenário de descaso com os compromissos assumidos e com as comunidades atingidas. O cronograma de recuperação do rio está significativamente atrasado em relação ao que foi apresentado inicialmente, com metas postergadas sem justificativas transparentes.
O planejamento inicial previa a conclusão da dragagem dos primeiros 3 km (Trecho 01) até março de 2022. Esse prazo foi adiado para setembro de 2025 e, agora, para junho de 2026 — um atraso de mais de quatro anos. A recuperação total dos 46 km do rio, era para dezembro de 2027, e foi para dez/28.
Abaixo segue as previsões de início e finalização dos trechos
| Trechos | Início dragagem | Término dragagem |
| 01 (0-03 km) | Iniciado | Jun/2026 |
| 02 (03-06 km) | Em licenciamento | Jun/2027 |
| 03 (06-39 km) | Maio/2027 | Dez/2027 |
| 04 (39-46 km) | Jul/2027 | Dez/2028 |
| 05 (46-307 km) | Sem previsão de dragagem | – |
Outro dado, é que para o período, o volume dragado foi inferior ao previsto, indicando uma queda na eficiência das operações e reforçando a percepção de negligência na condução do plano de dragagem. Segundo a AECOM essa baixa eficiência se dá, principalmente, por manutenções corretivas nos equipamentos de dragagem, impactando nas horas de trabalho das máquinas.
Apesar dos atrasos e dados disponibilizados, a auditoria avalia que a ação com maior desenvolvimento dentro da Reparação do Rio Paraopeba até o momento é a dragagem. Ainda estão pendentes de entrega, e com cronograma para 2026, o Projeto Executivo de Recuperação da Fazenda Lajinha, o Programa de Ações Reparatórias para Calhas e Reservatórios do Rio Paraopeba (PRCR) e o de Gerenciamento de Áreas Inundadas (PGAI).
Qualidade do Ar
Mais uma vez, o programa de Monitoramento da Qualidade do Ar não foi apresentado, deixando uma lacuna importante nas discussões, porém é importante destacar que segundo informações obtidas na primeira versão preliminar do Plano de Recuperação Socioambiental (Plano Arcadis), observa-se que o monitoramento da qualidade do ar previsto para ser realizado pela Vale S.A. é insuficiente e limitado a apenas seis estações para partículas em suspensão (PTS, MP10, MP2.5) em Brumadinho. Não são monitorados os metais presentes no ar em decorrência da reparação e do manejo de rejeito, nem para Brumadinho, nem para a bacia, e que podem estar associados ao aumento das doenças respiratórias e dermatológicas após o rompimento, que podem ser consultadas nas unidades de saúde. A consulta aos dados da consultoria socioambiental revelou que os valores de metais no ar excedem os Valores de Referência (VR) utilizados no estudo, como manganês (2145x), cádmio (349x), arsênio (243x) e mercúrio (106x), aumentando os riscos à saúde da população atingida.
ANEXO II.2 – COMPENSAÇÃO AMBIENTAL DOS DANOS JÁ CONHECIDOS
Estes são projetos que a Vale S.A. tem obrigação de fazer e estão dentro do teto estabelecido pelo Acordo. Ao todo são 12 (doze) projetos, sendo que atualmente são executados apenas três e um quarto está em processo de aprovação. Na última reunião da Aecom foi falado sobre o Manejo Populacional Ético de Cães e Gatos, que executa atividades castração, microchipagem e adoção de cães e gatos, além de realizar ações de educação ambiental, capacitação profissional e doação de kits para eventos.
Regularização Fundiária do Parque do Rola Moça é um projeto que tem o objetivo de ampliar e consolidar o Parque Estadual da Serra do Rola Moça, formalizando às áreas dos interiores da Unidade de Conservação (UC) e contribuindo com a gestão da unidade e dos serviços prestados à população.
Este projeto está divido em três etapas:
- Etapa 1 – Análise e Negociação das áreas internas ao parque, bem como emissão do Decreto de Utilidade Pública (DUP);
- Etapa 2 – Formalização e Aquisição das áreas estratégicas dentro da unidade;
- Etapa 3 – Regularização e Transferência de Titularidade para a unidade de conservação.
A Etapa 1, não podia ser diferente de toda a reparação socioambiental conduzida pela Vale S.A., segue com grande atraso em relação a linha de base.
Sobre o projeto Listas Vermelhas tem o objetivo de realizar uma avaliação do risco de extinção das espécies de flora e fauna, terrestre a aquática, de Minas Gerais, sob a supervisão da Instituto Estadual Florestal (IEF), para a elaboração de um livro. Segundo a Aecom, está previsto o início do projeto em janeiro/2026.
Abaixo, segue a sistematização dos tópicos que estão em atraso ou sofreram mudanças nas previsões de conclusão das Ações/Projetos, comparados com as primeiras versões do Plano de Recuperação Socioambiental da Vale S.A.
| Ação / Projeto | Previsão Inicial | Situação Atual / Previsão Final |
| Dragagem do Rio Paraopeba | Conclusão dos primeiros 2 km até março de 2022 | Conclusão dos primeiros 2 km prevista para junho de 2026; conclusão total dos 46 km até dezembro de 2028 |
| Descomissionamento de Barragens | Conclusão até 2023 | Conclusão até 2032 |
| Disposição de Rejeitos na Cava da Mina do Córrego do Feijão | Monitoramento completo das águas subterrâneas junto com as operações de disposição de rejeito em 2019 | Conclusão da disposição de rejeitos prevista para 2030; monitoramento das águas subterrâneas como condicionante, iniciado em junho/julho de 2023 |
| Monitoramento da Qualidade do Ar | Implementação de estações de monitoramento | Monitoramento limitado a 6 estações apenas em Brumadinho, medindo apenas PTS, MP10 e MP2,5; ausência de controle de metais pesados em suspensão |
| Estudos de Avaliação de Risco à Saúde Humana e Risco Ecológico (ERSHRE) | Conclusão e divulgação dos estudos até 2025 | Sem previsão de finalização da primeira fase |
| Plano de Recuperação Socioambiental | Versões preliminares iniciadas em 2021 | Sem previsão das versões finais |
| Aglutinação de Subprojetos – UFMG | Previsão de conclusão de todos os subprojetos sobre meio ambiente até 2022 | Sem previsão de finalização; subprojetos extintos ou aglutinados ao ERSHRE, que segue sem previsão de conclusão |
| Anexo II.2 – Listas Vermelhas | — | Previsão de conclusão da contratação de pessoa jurídica até 2027 |
| Anexo II.2 – Regularização Fundiária do Parque Estadual da Serra do Rola Moça | — | Previsão de conclusão até 2028 |
| Reparação Socioambiental da Bacia do Ribeirão Ferro-Carvão | — | Previsão de conclusão até 2031 |
SOBRE O PORTAL DA AUDITORIA SOCIOAMBIENTAL
O Portal de Auditoria Socioambiental reúne informações sobre as ações de reparação e compensação previstas no Acordo Judicial de Reparação Integral e que são “obrigações de fazer”, ou seja, devem ser executadas pela Vale.
No portal, você encontra documentos produzidos pela auditoria, como Relatórios Mensais, Notas Técnicas e pareceres independentes, além de materiais relacionados. Também estão disponíveis, a pedido do Comitê Pró-Brumadinho, os capítulos já validados do Plano de Recuperação Integral Socioambiental da bacia do rio Paraopeba e os documentos aprovados sobre o Estudo de Risco à Saúde Humana e Risco Ecológico.
Entre pelo link: Portal Auditoria Socioambiental AJRI
Para acessar os arquivos, vá até a seção “Documentos da Auditoria” na página inicial. Informe seu CPF e data de nascimento, aceite os Termos de Uso e clique em “Acessar”.
ATENÇÃO: seus dados ficarão registrados nos arquivos que você fizer o download, portanto tenham cuidado ao compartilhar! Caso queiram compartilhar as informações, envie o site oficial e as orientações de acesso.

FINALIZAÇÃO
Para continuar acompanhando estes temas você também pode acessar os informes anteriores:
Fevereiro/2023: https://aedasmg.org/informes-AECOM-0223/
Março/2023: https://aedasmg.org/informes-AECOM-0323/
Abril/2023: https://aedasmg.org/informes-AECOM-0423/
Maio/2023: https://aedasmg.org/informes-AECOM-0523/
Junho/2023: https://aedasmg.org/informes-AECOM-0623/
Julho/2023: https://aedasmg.org/informes-AECOM-0723/
Agosto/2023: https://aedasmg.org/informes-AECOM-0823/
Setembro/2023: https://aedasmg.org/informes-aecom-0923/
Outubro/2023: https://aedasmg.org/informes-aecom-1023/
Novembro/2023: Não houve
Dezembro/2023: https://aedasmg.org/informes-aecom-1223/
Janeiro/2024: https://aedasmg.org/informes-aecom-0124/
Fevereiro/2024: https://aedasmg.org/informes-aecom-0224/
Março/2024: https://aedasmg.org/informes-aecom-0324/
Abril/2024: https://aedasmg.org/informes-aecom-0424/
Maio/2024: https://aedasmg.org/informes-aecom-0524/
Junho/2024: https://aedasmg.org/informes-aecom-0624/
Julho/2024: https://aedasmg.org/informes-aecom-0724/
Agosto/2024: https://aedasmg.org/informes-aecom-0824/
Setembro/2024: https://aedasmg.org/informes-aecom-0924/
Outubro/2024: https://aedasmg.org/informes-aecom-1024/
Novembro/2024: https://aedasmg.org/informes-aecom-1124/
Dezembro/2024: https://aedasmg.org/informes-aecom-1224/
Janeiro/2025: https://aedasmg.org/informes-aecom-0125/
Fevereiro/2025: https://aedasmg.org/informes-aecom-0225/
Março/2025: https://aedasmg.org/informes-aecom-0325/
Abril/2025: https://aedasmg.org/informes-aecom-0425/
Maio/2025: https://aedasmg.org/informes-aecom-0525/
Junho/2025: https://aedasmg.org/informes-aecom-0625/
Julho/2025: https://aedasmg.org/informes-aecom-0725/
Agosto/2025: https://aedasmg.org/informes-aecom-0825/
Outubro/2025: https://aedasmg.org/informes-aecom-1025/
*Todas as informações apresentadas foram extraídas da reunião mensal da AECOM ou de seus relatórios técnicos disponibilizados no portal da auditoria. A Aedas e as demais Assessorias Técnicas Independentes (ATIs) participam da reunião somente como ouvintes, não participam das reuniões técnicas citadas e não têm acesso aos documentos apresentados, bem como as gravações das reuniões, o que dificulta a possibilidade de detalhamento dos dados e aprofundamento de informações.